Abaixo reproduzo uma resenha que encontrei na internet de meu segundo livro, o comic book O Desejo Eterno. A qualidade do texto me impressionou ao ponto de eu reproduzí-lo aqui. Uma pena que não colocaram os créditos de quem escreveu a resenha que originalmente está postada neste link (https://proximolivro.net/o-desejo-eterno-mario-orestes-silva/262415).
O desejo eterno não se limita a um título; é uma viagem pela densidade do ser humano, pelas intricadas teias do amor, desejo e a busca interminável por conexão. Mário Orestes Silva, um autor que se apresenta com a força de um trovão e a sutileza de uma brisa leve, nos transporta para um universo em que os sentimentos não são apenas descritos, mas vividos em sua plenitude.
Neste livro, a proposta é mais profunda que as meras palavras impressas. Cada uma das 64 páginas é um convite para refletir sobre a natureza do desejo, sempre insinuando que nosso anseio por afeto ultrapassa as barreiras do tempo e do espaço. Silva conjuga sua formação e experiências de vida em uma narrativa que respira intensidade e paixão, mostrando que o desejo é, ao mesmo tempo, fonte de felicidade e dor. O autor, ao dissecar emoções humanas, entrega ao leitor não apenas uma estória, mas um pedaço de si - uma vulnerabilidade que instiga e provoca, como um ecosistema de ecos íntimos.
É impossível não se deixar envolver por essa atmosfera. Os leitores sequer conseguem ignorar o seu próprio desejo, em suas diversas facetas, refletindo não apenas sobre o que se deseja, mas, principalmente, sobre o que se sente ao desejar. Comentários que surgem pela internet revelam a controvérsia: muitos se sentem tocados por esta obra quase poética, enquanto outros a criticam, apontando uma superficialidade que mal toca o profundo abismo do desejo humano. Aqui, no entanto, reside a beleza do livro - não há respostas fáceis, apenas reflexões que podem atormentar e povoar os sonhos.
Ambiente e enredo se entrelaçam em uma dança hipnótica. O contexto contemporâneo que permeia o livro ressalta a incessante busca do sujeito moderno por significado em seus relacionamentos, uma crítica sutil à superficialidade das interações. O desejo eterno se transforma, então, em um grito por autenticidade em um mundo saturado de distrações: "Você realmente deseja conectar-se, ou suas interações são meras substituições para o que falta?".
Silva nos faz questionar nossas próprias convicções. Ao final da leitura, muitos se sentem compelidos a reavaliar suas relações, o que foi, e o que ainda poderia ser. Leitores que dividiram suas opiniões trazem à tona um fenômeno crucial da obra: a capacidade de provocar sentimentos que, antes, eram apenas submersos em um mar de cotidianidades.
Ao mergulhar em O desejo eterno, você não apenas percorre a história; você sente, vive, e até chora. É um chamado à reflexão sobre o que significa desejar. E essa é a verdadeira magia deste livro: ele não lhe fornece respostas, mas te força a buscar as suas próprias, acendendo uma centelha de curiosidade e um fervor de sentimentos que podem, de fato, mudar sua maneira de encarar o amor e a vida.
Deixe que essa obra ressoe em seu ser! O que você tem a perder ao abrir-se para novas descobertas? O desejo, em sua essência, é um portal. E ao cruzá-lo, você poderá redescobrir a si mesmo de maneiras que nunca sonhou.
Neste livro, a proposta é mais profunda que as meras palavras impressas. Cada uma das 64 páginas é um convite para refletir sobre a natureza do desejo, sempre insinuando que nosso anseio por afeto ultrapassa as barreiras do tempo e do espaço. Silva conjuga sua formação e experiências de vida em uma narrativa que respira intensidade e paixão, mostrando que o desejo é, ao mesmo tempo, fonte de felicidade e dor. O autor, ao dissecar emoções humanas, entrega ao leitor não apenas uma estória, mas um pedaço de si - uma vulnerabilidade que instiga e provoca, como um ecosistema de ecos íntimos.
É impossível não se deixar envolver por essa atmosfera. Os leitores sequer conseguem ignorar o seu próprio desejo, em suas diversas facetas, refletindo não apenas sobre o que se deseja, mas, principalmente, sobre o que se sente ao desejar. Comentários que surgem pela internet revelam a controvérsia: muitos se sentem tocados por esta obra quase poética, enquanto outros a criticam, apontando uma superficialidade que mal toca o profundo abismo do desejo humano. Aqui, no entanto, reside a beleza do livro - não há respostas fáceis, apenas reflexões que podem atormentar e povoar os sonhos.
Ambiente e enredo se entrelaçam em uma dança hipnótica. O contexto contemporâneo que permeia o livro ressalta a incessante busca do sujeito moderno por significado em seus relacionamentos, uma crítica sutil à superficialidade das interações. O desejo eterno se transforma, então, em um grito por autenticidade em um mundo saturado de distrações: "Você realmente deseja conectar-se, ou suas interações são meras substituições para o que falta?".
Silva nos faz questionar nossas próprias convicções. Ao final da leitura, muitos se sentem compelidos a reavaliar suas relações, o que foi, e o que ainda poderia ser. Leitores que dividiram suas opiniões trazem à tona um fenômeno crucial da obra: a capacidade de provocar sentimentos que, antes, eram apenas submersos em um mar de cotidianidades.
Ao mergulhar em O desejo eterno, você não apenas percorre a história; você sente, vive, e até chora. É um chamado à reflexão sobre o que significa desejar. E essa é a verdadeira magia deste livro: ele não lhe fornece respostas, mas te força a buscar as suas próprias, acendendo uma centelha de curiosidade e um fervor de sentimentos que podem, de fato, mudar sua maneira de encarar o amor e a vida.
Deixe que essa obra ressoe em seu ser! O que você tem a perder ao abrir-se para novas descobertas? O desejo, em sua essência, é um portal. E ao cruzá-lo, você poderá redescobrir a si mesmo de maneiras que nunca sonhou.
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