Auto biografia artística virtual. Registros de eventos, resenhas, desenhos, crônicas, contos, poesia marginal e histórias vividas. Tudo autoral. Quando não, os créditos serão dados.

Qualquer semelhança com a realidade é verdade mesmo.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Loja Hey You Vendendo "O Desejo Eterno"

Mais um ponto na cidade de Manaus vendendo o comic book "O Desejo Eterno". Agora é na camisetaria Hey You, uma das melhores lojas de Manaus. Localizada na avenida Constantino Nery, Nº 46, centro, próximo ao hotel Mônaco.
Visitem a loja e verifiquem seus divertidos produtos 

https://www.facebook.com/lojaheyyou/




segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Política Não se Discute

A crônica abaixo eu reproduzo, por se de autoria do meu primo César Sanches, que apesar de médico, pratica a escrita nas horas vagas.
Mais crônicas dele podem ser vistas aqui: https://www.facebook.com/sounminuto/

Quem nunca ouviu esta frase em uma roda de amigos?  Realmente assumir uma postura política nos dias atuais é uma questão bem delicada. Em redes sociais então, o problema torna-se ainda maior. A impressão que se tem é que se posicionar e defender ideais bem definidos é algo perigoso.
Enquanto o "comunismo puro", marxista, referia-se a uma sociedade sem classes, sem Estado e livre de  opressão; neste país, os "comunistas" lutam por um Estado forte, oprimem qualquer pensamento diferente e dividem a população em pobres (Pessoas que dependem do Estado) e elite facista (Qualquer um que não tenha um pensamento de esquerda).
A direita é vista como os defensores da ditadura militar (Que para alguns não foi ditadura, mas um "regime militar de exceção"). São os "privatizadores do futuro". Afeitos a moral e bons costumes, conservadores, defensores da tradicional família. Adotam discursos de igualdade social e divisão de riquezas, o que não é nada "conservador". Na prática, a direita no Brasil é qualquer idéia que "se diz oposta" a esquerda.
Existem ainda os "liberais", que surgem reforçados em uma imagem de equilíbrio, que busca o melhor da esqueda e da direita. Carregam bandeiras como o Estado mínimo, porém eficiente, com menos burocracia e muitas privatização. Na prática são tão "direita" quanto os partidos de direita. Só não apareceu os de extrema-direita, ainda, porque se a direita já é vista como "apoiadores da ditadura", um grupo extremo seria visto como uma um braço do terrorismo jihadista.
Assim temos uma situação bem peculiar: uma esquerda que não é esquerda, uma direita que é semelhante a esquerda, o liberal que é igual a direita e ainda os que se dizem de extrema-esquerda, centro-esquerda, centro-direita que na prática são todos a mesma coisa. Realmente a política brasileira é bem "complexa". Segue a máxima das rodas de bar... "melhor não discutir", e cuidado ao defender um partido, porque nem nossos políticos têm seus ideais definidos.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Caradurismo de Políticos

Incrível como esses "senhores" (pra não usar um baixo calão) ainda debocham do povo brasileiro, esnobando todos os seus benefícios de marajás.


domingo, 12 de novembro de 2017

sábado, 11 de novembro de 2017

Aforismos Oresteanos

"O ‘nunca’ e o ‘sempre’ são limitados ao parâmetro conhecido ou esperado. A partir do momento em que o imprevisto interfere no parâmetro, o paradigma dos termos são rompidos.”

"A corrupção tornou-se uma mazela tão latente no ser humano, que em alguns lugares, a cultura do determinado povo já tornou o ato hereditário, característico e inquestionável. No Brasil temos carnaval e futebol como atestado."

"Quem não tem tempo para se exercitar, gozar arte e se divertir, dedica o seu tempo a dar tempo para o seu patrão se exercitar, gozar arte e se divertir."

"Mentes que criam armas, estão em pessoas dispostas a tudo para a destruição de seus semelhantes."

"Abstêmios de sexo são as pessoas mais perigosas que existem. Em suas condições abstêmias, estão acumulando silenciosamente agonia de um sofrimento terrível pela ausência de uma condição básica de sobrevivência. Se houver oportunidade, este acumulativo surtará num ímpeto poderosíssimo."

"É possível uma revolução sem derramamento de sangue, mas seria bem mais rápido e eficaz com derramamento."

"São pouquíssimos os ricos que merecem confiança. A grande maioria é hipócrita, xenófoba e vagabunda que enriqueceu explorando seus subalternos ou através de meios ilícitos."

"Afro descendentes, homossexuais, rockeiros, usuários de drogas, latinos e todas as minorias discriminadas são fomentadas a estarem constantemente em conflitos entre si. Os fomentadores disso, são justamente aqueles que não desejam a união de todos, por temerem o abalo de seus reinados."

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Black Mirror

Uma série de televisão atípica que não se prende a um estilo tendo como principal característica elementos cruciais, nos roteiros, ligados a alta tecnologia, que fucionam como vetores protagonistas. “Black Mirror” é uma produção inglesa para a televisão, dirigido a um público adulto que procura muito mais do que, o configurado para consumo da grande massa telespectadora.
O paradigma já foi quebrado logo na capitulação de contrar uma história a cada episódio, com elenco diferente, sendo que as duas primeiras temporadas só possuem três episódios cada, a maioria por volta dos quarenta e cinco minutos, mas alguns episódios passam de uma hora de duração, geralmente os que fecham temporadas. Após a segunda temporada o canal fechado de streaming Netflix, fechou contrato pra exibir a série e encomendou mais doze episódios que foram separados para duas temporadas, sendo que a segunda parte ainda não foi exibida até a publicação deste artigo.
Um dos posters de divulgação da premiada série atípica
O criador, roteirista britânico Charlton Charlie Brooker, também foi o autor da série “The Guardian” e de outros trabalhos sem muitos destaques, mas emprega toda sua sátira nas histórias contadas em Black Mirror que num episódio pode ser um drama de relacionamento, em outro surge como terror de influências trash, ou simplesmente um suspense policial de cadência eletrizante. Com toda essa volatilidade, o elemento da tecnologia acaba por categorizar o conceito do todo como ficção científica.
O viés satírico é claramente percebível nos personagens interpretados com traços caricatos (apesar da grande seriedade), nos ambientes de tonalidades sombrias e principalmente nos roteiros tendentes a ironia onde, praticamente em sua totalidade, teem finais tristes ou desconstrutores.
A junção das características acaba formando média metragens agonizantes de contemporaneidade futurística que implicam diretamente na psicologia do telespectador e isso pode indiscutivelmente dificultar a audiência para muitos, principalmente os acostumados a assistir block busters.
Dentre os episódios, podemos destacar três: “White Bear” da segunda temporada, que mostra a agonia de uma criminosa condenada por uma sentença de tortura psicológica assistida por turistas. O enredo é muito intrigante e o desfecho revela toda a pena doentia. “Playtest” da terceira temporada, é o episódio de terror da série. Um jovem se submete a servir como cobaia pra teste de um protótipo de jogo de realidade aumentada, o qual cria suas virtualidades nos medos dos protagonistas. Pitadas de trash movie, mas sem exageros. E o ótimo “Me Against Fire” também da terceira temporada, que traz um ambiente militar onde o soldado de uma guarnição, que tem a honrosa missão de encontrar e eliminar uma sub-raça mutante que infiltrou-se meio os humanos, acaba por descobrir que tudo é uma farsa fomentada pelos governos, através de implantes cerebrais. Outros episódios são tão bons quanto estes destaques, mas fica a deixa pros interessados descobrirem por conta própria, o que lhes espera.
Em resumo, os norte americanos ainda são os melhores produtores da sétima arte no mundo, tecnicamente falando obviamente, mas os britânicos provam com a produção do premiado “Black Mirror”, que fora do eixo hollywoodiano existem, não apenas ótimas produções, mas também peças que brilham devido a características de bom gosto, inteligência, refinamento e muita criatividade.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Divulgando Fotos de Show do Whitesnake

No dia 03 de maio do ano de 2008, a banda inglesa Whitesnake realizou show na capital do Estado do Amazonas, cidade de Manaus. Como já é comum qualquer pessoa ter um celular, que tire fotografias. Abaixo seguem quatro destas, tiradas amadoramente, mas que merecem divulgação, pra felicidade dos fãs da banda.





segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Capas de Discos que Variam de Engraçadas a Bizarras - Parte 2

Ainda explorando o site norte americano Lpcoverlover.com, encontramos uma segunda leva de capas de discos com artes gráficas hilárias, bizarras, de gosto duvidoso ou que, no mínimo, poderiam ter um tratamento melhor. Sempre no parâmetro entre a década de 40 até a década de 80 e sem um estilo musical determinado, sendo possível encontrar folk, blues, rock, gospel, piadistas, infantil etc., que são ilustrados com capas curiosas ou indigestas. Se conferido, a diversão está garantida.



















domingo, 29 de outubro de 2017

Maldito Seja - Henry Jaepelt

Criada com a intenção de fornecer um determinado reconhecimento a certos quadrinhistas autorais, a série de comic books “Maldito Seja”, seleciona apenas artistas independentes que nunca alcançaram o dito mainstream, mas ao mesmo tempo possuem uma obra peculiar digna de destaque, seja pela criatividade, pelo traço emblemático ou roteiros marcantes. O exemplar “Henry Jaepelt” traz uma coletânea de trabalhos deste autor catarinense, publicados, em sua maioria, em fanzines de 1993 a 2005. A antologia é impressionante e apresenta o melhor de Jaepelt que, sem dúvida nenhuma, deveria ter condições de dedicar seu tempo apenas em sua arte.
Capa do exemplar da série "Madito Seja" que traz Henry Jaepelt
O número abre com uma apresentação do fanzineiro Denílson Rosa dos Reis que resenha muito bem sobre a característica obra de Jaepelt. Na sequência Douglas UtescherMárcio SnoPetter Baiestorf e o já citado Denílson, conduzem uma extensa e ótima entrevista com o quadrinhista que expões detalhadamente o seu parecer sobre o mercado independente, sua vida particular e seus quadrinhos únicos. Só a partir da página 25 é que começam as histórias em quadrinhos, propriamente ditas.
Ao todo são vinte e seis HQs que preenchem o livro (na verdade é um pouquinho mais, pois algumas histórias não tituladas, não são creditadas no sumário). A grande maioria é de poucas páginas, sendo várias de apenas uma página. Consideremos como justificativa que Jaepelt atua muito como ilustrador, e o motivo é bem simples: ele não vive exclusivamente de sua arte, mas sim, tem um emprego e precisa trabalhar para poder sobreviver. O que é uma pena, porque se analisarmos o seu desenho, percebemos um estilo que vaguei entre o terror/erotismo/ficção científica com textos filosóficos e non sense repletos de referências e quase sempre explorando a beleza do preto e branco. Sua anatomia é excelente, os cenários cósmicos e surreais, os contrastes de luz e sombra equilibrados numa harmonia linda, diagramação concisa e diversificada e o traço preciso e limpo. Todas as histórias do livro são excelentes, mas pra dar algum destaque podemos citar “Sundae, Bloody Sundae...” que tem várias referências nos detahes dos quadrinhos, “Lupita...” com sexualidade surreal, “Puls *” assim mesmo com o asterisco no título, é uma HQ psicodélica sem textos, “O Curioso Relato de Lumbrotelius (Da Antiga e Honorável Tribo dos Habrinoles)” que apesar do longo título, possui apenas duas páginas com roteiro de final intrigante, “Sebo do Beto” sobrepondo a audiofilia no romance, “Impulsos” uma crônica contemporânea e atemporal, sem textos e de apenas uma página, “Que Coisa!” com desenhos de Maria Jaepelt, “Estufa” de lisergia e expressividade magnífica nas hachuras, “Um Ensaio no Outono” também com colaboração de Maria e “Mutrus” que resume perfeitamente a peculiaridade dos quadrinhos deste mestre da nona arte.
A ótima série Maldito Seja” está aí não apenas para divulgar nomes poucos lembrados das histórias em quadrinhos nacionais, mas também para levar aos leitores, a nata do que há de melhor fora do sacal eixo Marvel/DC que abunda os espaços de bancas e livrarias dedicados a nona arte, sem deixar espaço para alternativas independentes. “Henry Jaepelt” é um dos melhores nomes a exemplificar esta nata com eficiência e maestria.

sábado, 28 de outubro de 2017

Ugra Press Vendendo "O Desejo Eterno" em São Paulo

A loja Ugra Press é o primeiro ponto de São Paulo a vender a graphic novel "O Desejo Eterno" de Mário Orestes Silva. O comic book tem o Selo de Recomendação do Clube dos Quadrinheiros de Manaus.
O exemplar está saindo a R$ 25,00 (+ despesas de Correios pra fora de São Paulo).
Ugra Press fica na Galeria Ouro Velho, rua Augusta, Nº 1371, loja 116 (a três quadras do metrô Consolação) e funciona de segunda a sexta-feira das 12:00 as 20:00 e aos sábados de 10:00 as 19:00.