Auto biografia artística virtual. Registros de eventos, resenhas, desenhos, crônicas, contos, poesia marginal e histórias vividas. Tudo autoral. Quando não, os créditos serão dados.

Qualquer semelhança com a realidade é verdade mesmo.

domingo, 12 de novembro de 2017

sábado, 11 de novembro de 2017

Aforismos Oresteanos

"O ‘nunca’ e o ‘sempre’ são limitados ao parâmetro conhecido ou esperado. A partir do momento em que o imprevisto interfere no parâmetro, o paradigma dos termos são rompidos.”

"A corrupção tornou-se uma mazela tão latente no ser humano, que em alguns lugares, a cultura do determinado povo já tornou o ato hereditário, característico e inquestionável. No Brasil temos carnaval e futebol como atestado."

"Quem não tem tempo para se exercitar, gozar arte e se divertir, dedica o seu tempo a dar tempo para o seu patrão se exercitar, gozar arte e se divertir."

"Mentes que criam armas, estão em pessoas dispostas a tudo para a destruição de seus semelhantes."

"Abstêmios de sexo são as pessoas mais perigosas que existem. Em suas condições abstêmias, estão acumulando silenciosamente agonia de um sofrimento terrível pela ausência de uma condição básica de sobrevivência. Se houver oportunidade, este acumulativo surtará num ímpeto poderosíssimo."

"É possível uma revolução sem derramamento de sangue, mas seria bem mais rápido e eficaz com derramamento."

"São pouquíssimos os ricos que merecem confiança. A grande maioria é hipócrita, xenófoba e vagabunda que enriqueceu explorando seus subalternos ou através de meios ilícitos."

"Afro descendentes, homossexuais, rockeiros, usuários de drogas, latinos e todas as minorias discriminadas são fomentadas a estarem constantemente em conflitos entre si. Os fomentadores disso, são justamente aqueles que não desejam a união de todos, por temerem o abalo de seus reinados."

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Black Mirror

Uma série de televisão atípica que não se prende a um estilo tendo como principal característica elementos cruciais, nos roteiros, ligados a alta tecnologia, que fucionam como vetores protagonistas. “Black Mirror” é uma produção inglesa para a televisão, dirigido a um público adulto que procura muito mais do que, o configurado para consumo da grande massa telespectadora.
O paradigma já foi quebrado logo na capitulação de contrar uma história a cada episódio, com elenco diferente, sendo que as duas primeiras temporadas só possuem três episódios cada, a maioria por volta dos quarenta e cinco minutos, mas alguns episódios passam de uma hora de duração, geralmente os que fecham temporadas. Após a segunda temporada o canal fechado de streaming Netflix, fechou contrato pra exibir a série e encomendou mais doze episódios que foram separados para duas temporadas, sendo que a segunda parte ainda não foi exibida até a publicação deste artigo.
Um dos posters de divulgação da premiada série atípica
O criador, roteirista britânico Charlton Charlie Brooker, também foi o autor da série “The Guardian” e de outros trabalhos sem muitos destaques, mas emprega toda sua sátira nas histórias contadas em Black Mirror que num episódio pode ser um drama de relacionamento, em outro surge como terror de influências trash, ou simplesmente um suspense policial de cadência eletrizante. Com toda essa volatilidade, o elemento da tecnologia acaba por categorizar o conceito do todo como ficção científica.
O viés satírico é claramente percebível nos personagens interpretados com traços caricatos (apesar da grande seriedade), nos ambientes de tonalidades sombrias e principalmente nos roteiros tendentes a ironia onde, praticamente em sua totalidade, teem finais tristes ou desconstrutores.
A junção das características acaba formando média metragens agonizantes de contemporaneidade futurística que implicam diretamente na psicologia do telespectador e isso pode indiscutivelmente dificultar a audiência para muitos, principalmente os acostumados a assistir block busters.
Dentre os episódios, podemos destacar três: “White Bear” da segunda temporada, que mostra a agonia de uma criminosa condenada por uma sentença de tortura psicológica assistida por turistas. O enredo é muito intrigante e o desfecho revela toda a pena doentia. “Playtest” da terceira temporada, é o episódio de terror da série. Um jovem se submete a servir como cobaia pra teste de um protótipo de jogo de realidade aumentada, o qual cria suas virtualidades nos medos dos protagonistas. Pitadas de trash movie, mas sem exageros. E o ótimo “Me Against Fire” também da terceira temporada, que traz um ambiente militar onde o soldado de uma guarnição, que tem a honrosa missão de encontrar e eliminar uma sub-raça mutante que infiltrou-se meio os humanos, acaba por descobrir que tudo é uma farsa fomentada pelos governos, através de implantes cerebrais. Outros episódios são tão bons quanto estes destaques, mas fica a deixa pros interessados descobrirem por conta própria, o que lhes espera.
Em resumo, os norte americanos ainda são os melhores produtores da sétima arte no mundo, tecnicamente falando obviamente, mas os britânicos provam com a produção do premiado “Black Mirror”, que fora do eixo hollywoodiano existem, não apenas ótimas produções, mas também peças que brilham devido a características de bom gosto, inteligência, refinamento e muita criatividade.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Divulgando Fotos de Show do Whitesnake

No dia 03 de maio do ano de 2008, a banda inglesa Whitesnake realizou show na capital do Estado do Amazonas, cidade de Manaus. Como já é comum qualquer pessoa ter um celular, que tire fotografias. Abaixo seguem quatro destas, tiradas amadoramente, mas que merecem divulgação, pra felicidade dos fãs da banda.